terça-feira, 26 de agosto de 2014
Curso Redes de Aprendizagem
No dia treze de agosto de dois mil e quatorze, deu-se início ao Curso Redes de Aprendizagem, no município de Vilhena.
Um curso que tem por objetivo mostrar as diversas formas de uso das redes sociais no ambiente educacional. Sendo ofertado à todos os profissionais da educação, tanto estaduais como municipais. Obrigada a todos os cursistas!!!
7 passos para usar redes
sociais em sala de aula de maneira segura
03/12/2013
Se você
ainda não encontrou uma maneira segura de inserir o uso das redes sociais em
sala de aula, conheça práticas que podem ajudá-lo a alcançar esse objetivo e
tornar o ensino mais dinâmico
O
crescimento e a popularidade das redes sociais criam uma série de oportunidades
e desafios para os professores que buscam estar atualizados com essas ferramentas em sala de aula. Um dos
principais problemas enfrentados por docentes que querem aplicar o uso desses
recursos é a segurança. Como inserir a escola e seus estudantes nisso sem
colocar nenhum deles em risco? Por mais impossível que pareça, certas
estratégias podem garantir um uso seguro das redes sociais em sala de aula. Se
você quer conhecer essas práticas, confira:
7 passos para usar redes sociais em sala de aula de
maneira segura: 1. Observe a cultura da instituição
Antes de
aplicar o uso das redes sociais em suas aulas, procure entender como a direção
da instituição se sente sobre isso. Apresente seu projeto e questione possíveis
restrições. Estando alinhado com a direção você evita diversos problemas com o
uso desse recurso e até mesmo com os pais.
7 passos para usar redes sociais em sala de aula de
maneira segura: 2. Organize uma equipe
Crie um time
responsável pelas estratégias de redes sociais em sala de aula. Esse tipo de
iniciativa é útil porque adiciona diversos pontos de vista sobre um mesmo
tópico. Lembre-se de convidar professores de diversas disciplinas e até mesmo
alguns que não estejam envolvidos com as redes sociais apenas para que eles forneçam
os contrapontos das estratégias.
7 passos para usar redes sociais em sala de aula de
maneira segura: 3. Pesquise
Avalie as
políticas do colégio onde você leciona e também as das redes sociais que você
pretende utilizar. Entenda como você pode estabelecer atividades que se
encaixem em ambas as políticas de segurança. Você também pode pesquisar
instituições que já utilizam o recurso para ver o que funciona e o que deve ser
deixado de lado.
7 passos para usar redes sociais em sala de aula de
maneira segura: 4. Crie um projeto e submeta-o a aprovação
Após
entender como as redes sociais podem ser utilizadas, crie um projeto formal e
submeta-o à aprovação da direção e do corpo docente da instituição. Essas
pessoas poderão dar a você
o feedback necessário antes da implantação das estratégias em
sala.
7 passos para usar redes sociais em sala de aula de
maneira segura: 5. Esclareça os pontos vetados
Ao
receber de volta o seu projeto, procure entender quais foram os pontos
restritos e por quais motivos eles foram vetados. Somente assim você pode
trabalhar de maneira clara, sem receio de cometer erros involuntários
futuramente, colocando em risco a segurança dos seus estudantes.
7 passos para usar redes sociais em sala de aula de
maneira segura: 6. Apresente o projeto aos seus alunos
Antes de
chegar e aplicar todas as estratégias de seu plano em sala de aula,
apresente-as aos seus estudantes. Explique em que consiste cada uma delas, de
que maneira serão aplicadas e qual o propósito de sua aplicação. Isso é
essencial para que o trabalho resulte em um aprendizado efetivo e consciente.
7 passos para usar redes sociais em sala de aula de
maneira segura: 7. Conduza revisões periódicas
Lembre-se
de que as redes sociais são ferramentas que se modificam praticamente a cada
semana. Por isso, as estratégias estabelecidas por você e seus colegas podem
ficar obsoletas rapidamente. Crie um cronograma de revisão e atualização para
que seus estudantes estejam sempre em dia com o uso desses recursos na
educação.
Fonte: Universia
Brasil
A História do Blog
Jorn Barger é um obsessivo. Um dia, em 1997, criou na web uma página para empilhar os links que encontrava pela rede e decidiu chamá-la weblog. A tradução é um diário de navegação, exatamente como aqueles em que os capitães de navio dos Descobrimentos listavam cada coisa diferente que viam.
Na sua obsessão de encontrar informação nova, listar, cruzar dados, desenhar mapas de navegação pela rede, fez-se uma espécie de cidadão ideal da internet. Até que bateu pino, faz um ano desconectou-se. Sem avisar ninguém.
A palavra que inventou ficou tão recorrente na rede, tão essencial para descrever um tipo de site, que terminou encurtada para blog. Numa de suas poucas fotografias, Barger veste camiseta e um boné, os cabelos castanhos, um quê grisalhos, batem desgrenhados abaixo do ombro, a longa barba vai além. Sua aparência entrega o hippie que foi no início dos anos 70, vivendo em comunidades, e que de certa forma nunca deixou de ser.
Barger nasceu em 1953, foi menino gênio em matemática no colégio, largou a faculdade pelo meio. Autoditada, já era um programador estupendo, especializado em inteligência artificial, no início dos anos 80. Plugou-se na internet em 1989. E como achou o terreno baldio, ainda meio vazio de coisas, tomou para si a responsabilidade de começar a incluir informação que achava relevante. No início de outubro de 2003, como de praxe, Barger incluiu links no RobotWisdom.com sobre um supercomputador japonês, o uso de antibióticos por crianças e paleobotânica; depois, saiu de casa e não voltou.
O site está congelado como o deixou. Durante meses, perguntou-se na internet onde estava Jorn Barger, até que o encontraram. De Chicago foi para o interior do Novo México. Não entra mais na rede. Vive só, numa casinha reclusa. Não quer mais saber de ninguém, não diz o porquê. Jorn Barger, o homem que cunhou o termo weblog, fez-se ermitão.
Texto extraído do site:
Folha Uol
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